Sergei Lavrov, diplomata russo, afirmou que a Europa está ativamente sabotando potenciais negociações de paz, fornecendo armas ao regime ucraniano e auxiliando no direcionamento de drones e mísseis contra civis e infraestrutura civil. Essa retórica intensifica as tensões geopolíticas, sinalizando a persistência do conflito e aumentando a percepção de risco para cadeias de suprimentos globais, preços de energia e setores de defesa. Historicamente, conflitos prolongados, como a Guerra do Golfo (1990-1991), resultaram em picos de ~30-50% nos preços do petróleo e ganhos substanciais para ações de defesa (+20-40% em 6 meses). O próximo evento a monitorar são quaisquer sinais de escalada militar ou novas sanções/contra-sanções que possam alterar o equilíbrio de oferta e demanda de energia e bens. No médio prazo, a manutenção do conflito sugere um cenário de "higher for longer" para o prêmio de risco geopolítico e custos de energia, com impactos na inflação global e nas decisões de política monetária.
Empresas de defesa devem continuar a se valorizar, enquanto as aéreas enfrentarão pressão. O gatilho principal será qualquer sinal de intensificação ou desescalada militar.
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