A CryptoQuant, através de sua análise on-chain, sugere que a pressão de venda do Bitcoin está se aproximando da exaustão. Isso decorre de uma retração significativa de US$4 bilhões na capitalização de mercado do USDT ao longo de 60 dias, um movimento considerado historicamente relevante. A contração na oferta de stablecoins como USDT indica uma redução da liquidez disponível para compra de criptoativos ou uma conversão de stablecoins para fiat, sugerindo que a venda de BTC já ocorreu ou está diminuindo. Isso pode levar a uma estabilização ou alta para o BTC e tokens de grande capitalização como ETH e SOL, beneficiando também empresas com tesourarias em Bitcoin como MSTR. Para o investidor brasileiro, um cenário de estabilização ou alta do BTC pode impulsionar ETFs locais como HASH11 e BITH11. Em ciclos de baixa anteriores, como no final de 2018 e meados de 2021, contrações acentuadas na capitalização de stablecoins precederam períodos de acumulação e eventual reversão de tendência para o Bitcoin. O próximo gatilho a monitorar é a estabilização ou reversão do fluxo de capital para USDT e outras stablecoins, além de dados de inflows/outflows de ETFs spot de Bitcoin nas próximas 2-4 semanas. No médio prazo, se a exaustão da pressão de venda for confirmada, o Bitcoin pode consolidar-se acima dos níveis atuais e buscar novas resistências, com a macroeconomia global influenciando a liquidez geral.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin ($64,304) deverá encontrar um suporte firme e pode buscar a zona de $68.000-$70.000 se os dados de fluxo de stablecoins e inflows de ETFs spot confirmarem a tese de exaustão da oferta. O gatilho principal será a reversão da tendência de saída de capital do USDT, sinalizando nova injeção de liquidez para compra.
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