Zelenskyy, presidente da Ucrânia, ordenou que os ataques a refinarias de petróleo russas sejam retomados, apesar de o ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, pressionar por um cessar‑fogo energético. Empresas de defesa vêem potencial de maior demanda por sistemas de armas em resposta ao conflito intensificado. O efeito se propaga para os mercados globais, com investidores buscando exposição a energia e defesa enquanto evitam setores sensíveis ao preço do combustível. O desdobramento futuro dependerá da resposta russa e da evolução das hostilidades nos próximos dias. O acompanhamento de indicadores de produção russa e de preços de petróleo será crucial para validar o impacto.
A continuidade ou cessação dos ataques determinará a extensão da interrupção de oferta; monitorar relatórios diários de produção das refinarias russas e declarações oficiais nos próximos dias.
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