Promotores na China estão solicitando uma postura mais proativa na investigação de casos de lavagem de dinheiro que utilizam criptoativos, um sinal de que as autoridades buscam endurecer a aplicação das leis existentes. O país já proíbe a negociação e os serviços de criptomoedas, e esta nova diretriz indica um foco renovado em crimes financeiros. Tal intensificação da fiscalização pode resultar em maior pressão de venda sobre criptoativos como BTC e ETH, bem como sobre tokens de exchanges como BNB. Stablecoins como USDT, frequentemente usadas em transferências transfronteiriças, também podem enfrentar maior escrutínio e volatilidade. Historicamente, a proibição de mineração de Bitcoin na China em 2021 resultou em uma queda de aproximadamente 30% no preço do BTC em maio daquele ano, demonstrando o impacto de ações regulatórias chinesas. O próximo gatilho a monitorar será a divulgação de quaisquer operações em larga escala ou novas medidas punitivas contra plataformas ou indivíduos. No médio prazo, a continuidade da pressão regulatória chinesa pode limitar o potencial de alta para o mercado de criptoativos, mantendo o sentimento de risco elevado.
Nas próximas 1-2 semanas, espera-se uma pressão de venda contínua sobre BTC e ETH, com quedas de 3-7% a partir dos preços atuais ($62,757 e $1,780, respectivamente), especialmente se houver notícias de grandes operações de fiscalização. No médio prazo (4-6 semanas), o sentimento de aversão a risco persistirá, limitando a recuperação. O principal gatilho de aceleração para uma queda mais acentuada seria qualquer indicação de que a repressão se estende além da lavagem de dinheiro para outras áreas do ecossistema cripto, ou sanções a exchanges globais com ligações chinesas.
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