O salto recente do barril de petróleo a US$ 100 ampliou as já elevadas preocupações com os preços dos combustíveis. Os “crack spreads”, que medem a diferença entre os preços dos combustíveis e o do óleo usado como matéria-prima, seguem em níveis historicamente elevados diante das restrições cada vez maiores à capacidade global de refino e da perda de oferta de produtos como diesel, gasolina e querosene de aviação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da maté
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