Neoenergia tem crescido rápido em transmissão e negócio é estratégico, diz CEO após leilão

A Neoenergia avalia que o negócio de transmissão de energia tem crescido rápido no portfólio da companhia no Brasil, e que a aposta é manter esse protagonismo aproveitando-se, inclusive, da parceria que a empresa tem nessa frente com o fundo soberano de Cingapura, JIC. “A nossa parceria com eles continuará ampliando o tamanho desse veículo de investimentos”, afirmou Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia, sobre a plataforma conjunta, chamada Neoenergia Transmissão, na qual a Neoenergia tem 51% e a JIC, 49%. A empresa venceu dois lotes no leilão desta sexta-feira, realizado na B3, em São Paulo. O primeiro foi o 1, objeto de disputa a viva voz com cerca de 150 lances, que abrange a continuação da operação de 483 km de linhas e de três subestações existentes na Bahia, que foram ofertados devido ao fim da concessão de sua controlada, e construirá e operará mais 238 km de novas linhas e mais 100 MVA em capacidade de transformação na Subestação Brumado II, para atender novas cargas nas regiões Sul e Centro-Sul do Estado da Bahia. O outro lote foi o 7, que conta com 113 km de novas linhas e 2.100 MVA em capacidade de transformação para atender ao sertão da Paraíba, com obras passando pelas cidades paraibanas de Coremas, Cajazeiras, Emas e São José de Piranhas. Com isso, segundo o CEO, a empresa tornou-se a quinta maior empresa do país em transmissão. Em 2017, era o 17º agente. “Temos mais de 8 mil quilômetros de linhas, agora com isto vão ser 8,5 mil quilômetros. Temos uma RAP Receita Anual Permitida de 2,1 bilhões por ano”, completou. Divulgação/Neoenergia

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