A reportagem da InfoMoney destaca que alimentos passaram a ser considerados elemento de segurança nacional, com países recorrendo a tarifas e barreiras não‑tarifárias como ferramenta de pressão geopolítica. Esse cenário cria um mecanismo de aumento de custos de exportação e possível redução da demanda externa, afetando diretamente a rentabilidade das empresas brasileiras de agronegócio. Em 2018, a guerra comercial EUA‑China reduziu o preço das ações de agronegócio brasileiro em torno de 7 % no trimestre seguinte. O próximo gatilho a acompanhar são as decisões de políticas tarifárias nos principais blocos (EUA, UE, China) e relatórios da OMC previstos para o próximo trimestre. No médio prazo, se as tensões se intensificarem, os exportadores agro podem enfrentar pressão prolongada, enquanto o dólar e ativos digitais podem ganhar fluxo de capitais como reserva de valor.
O que define o desfecho são as decisões de políticas tarifárias nos principais blocos (EUA, UE, China) e os relatórios de disputa da OMC, previstos para o próximo trimestre.
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