A Bernstein mantém sua projeção otimista para o Bitcoin, prevendo que o ativo pode alcançar US$150 mil ainda em 2026, mesmo após uma queda de 54% de seu pico. A firma de análise sugere que esta correção é menos severa do que as observadas em ciclos de alta anteriores, atribuindo a resiliência a fatores estruturais do mercado. Consequentemente, ativos como BTC, ETFs spot como IBIT, mineradoras como MARA e empresas com grandes reservas de Bitcoin como MSTR, podem ver um momentum significativo. Para o investidor brasileiro, a valorização do Bitcoin tende a atenuar a depreciação do BRL, oferecendo um hedge de portfólio. Historicamente, ciclos de alta do Bitcoin frequentemente seguem grandes correções, como visto em 2017 e 2020-2021, onde o ativo se recuperou para novos recordes. O próximo gatilho a monitorar será a sustentação dos níveis atuais de preço e o fluxo contínuo para os ETFs spot. No médio prazo, a expectativa é de que o Bitcoin retome sua trajetória de alta, impulsionado pela demanda institucional e escassez pós-halving.
Nas próximas 4-6 semanas, o Bitcoin ($62,169 hoje) deve consolidar entre US$60 mil e US$65 mil. Se o fluxo institucional via ETFs (IBIT, FBTC) persistir e o preço romper a resistência de US$68 mil, a expectativa é de que o BTC inicie um movimento em direção a US$75 mil-US$80 mil nos próximos 2-3 meses, com o alvo de US$150 mil podendo ser alcançado no final do ano, especialmente se houver um corte de juros pelo Fed.
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