A pesquisa Quaest, publicada em 14 de outubro de 2026, revelou que Flávio Bolsonaro (PL) detém 60% das intenções de voto entre evangélicos, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrando 28%. O cenário se inverteu entre os beneficiários do Bolsa Família, onde Lula alcançou 60% contra 31% para Flávio. Esta polarização acentuada gera incerteza sobre o futuro da política econômica brasileira, elevando o prêmio de risco para investidores. A percepção de risco fiscal e a estabilidade regulatória são impactadas, afetando a confiança e as decisões de alocação de capital no país. O pequeno investidor sente o efeito através da volatilidade do câmbio e das expectativas de inflação, que podem levar a mudanças na taxa Selic. Historicamente, períodos eleitorais apertados no Brasil, como em 2014 e 2022, foram marcados por maior volatilidade nos mercados e flutuações na taxa de câmbio. Os próximos levantamentos de intenção de voto e os detalhes das propostas econômicas dos candidatos serão cruciais. O desfecho da eleição definirá a direção das políticas fiscais e monetárias, impactando diretamente o custo do dinheiro e o ambiente de negócios.
Os próximos levantamentos de intenção de voto, que serão divulgados regularmente pelas instituições de pesquisa, e o detalhamento das plataformas econômicas dos candidatos. A proximidade da eleição e o debate sobre as propostas fiscais e de gastos públicos serão os principais catalisadores para a definição do sentimento de mercado.
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