Durante décadas, a vantagem competitiva foi associada a fatores como escala, marca, acesso a capital e eficiência operacional. Com a aceleração da inteligência artificial no ambiente corporativo, esse cálculo começou a mudar. A tecnologia deixou de ser tratada apenas como apoio à operação e passou a entrar na conta estratégica de crescimento, produtividade e percepção de valor das companhias. Em 2024, 78% das organizações ouvidas no AI Index, de Stanford, disseram usar IA em ao menos uma função
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