A tensão geopolítica no Oriente Médio escalou com ataques entre os Estados Unidos e o Irã, gerando temores significativos sobre a oferta global de petróleo e impulsionando uma valorização semanal do barril. Este cenário de instabilidade afeta diretamente o mercado de energia, com o preço do Brent, atualmente subindo devido à potencial interrupção de rotas marítimas e produção. Consequentemente, empresas do setor petrolífero como XOM e PETR4 tendem a se beneficiar, enquanto companhias aéreas como UAL e AZUL4 enfrentam custos de combustível mais elevados. Para o investidor brasileiro, a alta do petróleo pode pressionar a inflação interna e o câmbio, exigindo atenção à política monetária e à Selic. Historicamente, conflitos na região do Golfo Pérsico, como a Guerra do Golfo de 1990-91, causaram picos de preço do petróleo de mais de 100% em poucos meses. O próximo gatilho a monitorar é a evolução dos diálogos diplomáticos ou a intensificação dos confrontos, que determinarão o horizonte de médio prazo para os preços do petróleo e a estabilidade global.
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