O Bitcoin (BTC) quebrou abaixo do nível considerado o 'piso' de seu Rainbow Chart, adentrando uma zona historicamente interpretada como 'BTC está morto', indicando um forte sinal de baixa. Este desenvolvimento técnico pode catalisar vendas por pânico e desencadear liquidações em cascata, exacerbando a pressão de baixa sobre o ativo. Consequentemente, o Ethereum (ETH), MicroStrategy (MSTR) e mineradoras como Marathon Digital (MARA) deverão enfrentar intensa pressão de venda. No Brasil, o apetite global por risco diminuirá, impactando indiretamente ETFs como HASH11, embora o efeito direto no BRL e IBOV seja limitado a um viés de aversão a risco. Em 2018, o Bitcoin também rompeu níveis críticos após seu pico anterior, resultando em um mercado de baixa prolongado com quedas superiores a 80%. O próximo gatilho crítico a monitorar é a reação do mercado aos níveis de suporte psicológicos e técnicos subsequentes, com o cenário de médio prazo apontando para uma consolidação prolongada ou novas quedas até que surjam catalisadores macroeconômicos ou uma capitulação completa do mercado.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que o Bitcoin continue sob forte pressão de venda, com potencial para testar novos níveis de suporte na faixa de US$50.000 a US$55.000. O gatilho para uma estabilização seria um aumento significativo no volume de compra nesses níveis ou uma reversão no sentimento macro global. Caso a pressão persista, o BTC pode adentrar um período de consolidação prolongada em patamares mais baixos, semelhante aos mercados de baixa históricos.
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