O mercado brasileiro de bem-estar cresceu vendendo velocidade. Dietas de choque, protocolos de 30 dias e promessas de resultado antes do verão sustentaram por décadas um setor que hoje movimenta R$ 74,3 bilhões, após avançar 14,6% em faturamento. O crescimento, porém, produziu um efeito que o próprio setor não previu. Depois de tantos ciclos de resultado rápido seguido de reganho, o consumidor aprendeu, no próprio corpo, que velocidade não dura. E começou a procurar outra coisa. Essa outra coisa
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