O Bitcoin reduziu pela metade os ganhos acumulados em setembro, marcando uma reversão no desempenho recente do ativo digital. Este movimento é impulsionado por um fluxo de saída de capital de fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin e pela intensificação das vendas por day traders. A dinâmica global de desvalorização do BTC pode impactar o interesse em ETFs de cripto no Brasil, como HASH11 e BITH11, ao reduzir o apetite por risco em ativos digitais. Em 2021, o "flash crash" de maio viu o Bitcoin cair mais de 30% em um dia após liquidações massivas de alavancados, um paralelo à atual pressão sobre posições longas. O próximo gatilho a monitorar é o relatório semanal de fluxos de ETFs de Bitcoin, geralmente divulgado às segundas-feiras, que confirmará a continuidade ou reversão das saídas. O desfecho dependerá da capacidade do Bitcoin de sustentar o suporte técnico no gráfico diário e da retomada do interesse dos investidores institucionais via ETFs.
O desfecho será definido pela capacidade do Bitcoin de manter o suporte técnico no gráfico diário e pela virada nos fluxos de capital dos ETFs spot, cujos dados semanais são divulgados às segundas-feiras.
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