A notícia informa que o setor de criptomoedas desembolsou US$8 milhões a lobistas do Clarity Act, porém o acordo esperado não foi fechado. Essa falha mantém a incerteza regulatória, reduzindo a confiança dos investidores e limitando a demanda por ativos digitais. Como consequência, há pressão de venda sobre as principais criptomoedas, gerando volatilidade negativa nos mercados spot. Para investidores brasileiros, a exposição via ETFs de cripto pode sofrer ajuste de preço, refletindo a aversão ao risco regulatório. Instituições financeiras adotam postura cautelosa, favorecendo ativos regulados em vez de criptomoedas voláteis. Um paralelo histórico ocorre em 2017, quando a rejeição da SEC ao primeiro ETF de Bitcoin provocou queda de cerca de 30% no preço do BTC. O próximo gatilho será a votação legislativa sobre a regulamentação de cripto nos próximos meses. No médio prazo, se houver clareza regulatória, os preços podem se recuperar; caso contrário, a volatilidade permanecerá elevada.
Nas próximas 2‑4 semanas, se o Senado dos EUA votar a favor de um marco regulatório claro, BTC pode retomar 3‑4% de alta; se o voto for negativo, a pressão de venda continuará, mantendo queda de 2‑3% em BTC e ETH.
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