O Bitcoin experimentou uma queda relevante, levantando a questão se esta é uma repetição de ciclos passados de correção seguidos por forte recuperação. Historicamente, o Bitcoin demonstra ciclos de alta e baixa com recuperações robustas após períodos de capitulação do varejo. Isso afeta diretamente ativos como BTC e ETH, bem como ETFs spot nos EUA como IBIT, que podem ver fluxos de entrada renovados. Para o investidor brasileiro, a desvalorização do BTC pode criar assimetrias favoráveis, especialmente se o real se mantiver estável frente ao dólar. Um paralelo histórico notável é o ciclo de 2021-2022, onde o BTC caiu de aproximadamente $69.000 para $15.500 antes de iniciar uma recuperação significativa. O próximo gatilho a monitorar é a estabilização macroeconômica e a continuação dos fluxos em ETFs de Bitcoin. No horizonte de médio prazo, a resiliência do BTC dependerá de fatores macro e da adoção institucional contínua.
O Bitcoin provavelmente consolidará na faixa de $60.000-$65.000 nas próximas 2-3 semanas. Uma recuperação sustentável para a faixa de $70.000-$75.000 dependerá da estabilização dos dados de inflação e de uma postura mais dovish dos bancos centrais, com gatilhos de recuperação vistos em fluxos de ETF e notícias de adoção institucional.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real