John Williams, presidente do Fed de Nova York, reiterou que não vê razão para novas elevações da taxa de juros nos EUA em 2027. Ele manteve a projeção de um único aumento ainda em 2026, indicando que a inflação está desacelerando conforme os indicadores recentes. Essa perspectiva reduz as expectativas de um ciclo de aperto monetário prolongado, aliviando a pressão sobre custos de financiamento. Bancos e seguradoras, que dependem da margem de juros, podem ver sua rentabilidade comprimida, refletindo menor expansão do NIM. Empresas dependentes de dívida de longo prazo podem se beneficiar de custos de capital mais estáveis. O mercado reagiu modestamente, com os rendimentos dos títulos do Tesouro de 10 anos mantendo-se estáveis e o VIX permanecendo baixo. Em 2018, a pausa nas elevações de juros após quatro aumentos resultou em ganho de cerca de 6% no S&P 500 ao longo do ano. O próximo gatilho será a divulgação do CPI dos EUA em 14 de outubro e a decisão do FOMC em 28 de outubro, que confirmarão se a inflação continuará a recuar.
A definição do desfecho dependerá dos próximos indicadores de inflação dos EUA (CPI em 14/10) e da decisão do FOMC em 28/10, que confirmarão se a pausa nos juros será mantida.
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