A deflação de agosto foi mais intensa do que a esperada, com um resultado mais disseminado e não apenas concentrado em alimentos, mas ainda não altera um cenário de alta para os próximos meses, avalia o economista André Braz, do FGV Ibre. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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