A Ucrânia realizou um ataque de drones a uma refinaria de petróleo na Rússia, marcando uma intensificação da estratégia de atingir a infraestrutura energética do país. Este ataque pode reduzir a capacidade russa de refinar petróleo em produtos acabados, impactando a oferta global de combustíveis e elevando os preços do petróleo bruto e seus derivados. Para o Brasil, a alta do Brent ($97.44) e do dólar (USDBRL $5.1866) pressiona a inflação local e pode influenciar a política monetária. Um paralelo histórico são os ataques de drones em 2019 às instalações da Aramco, que causaram um salto de 14% no Brent. Os próximos relatórios sobre a extensão dos danos e novas ações militares serão cruciais para a direção do mercado, com um horizonte de médio prazo de prêmio de risco elevado no setor de petróleo.
Nas próximas 2-4 semanas, o Brent ($97.44) deve testar a resistência de $100-102. Uma escalada de ataques ou retaliação russa pode impulsionar o preço do petróleo para $105-108, o que elevaria o USDBRL para R$5.25-5.30 e pressionaria a Selic. Abaixo de $95 no Brent, indicaria desescalada e alívio de custos para importadores.
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