FMI aponta os frutos de um ajuste fiscal mais ambicioso

O desequilíbrio das contas públicas brasileiras fica evidente na trajetória de alta contínua da dívida bruta como proporção do PIB. No atual governo, o indicador deve saltar de 71,7% do PIB para 83,3% do PIB no fim deste ano, segundo o consenso dos economistas ouvidos pelo Banco Central (BC). É esse desajuste fiscal, marcado também por um déficit nominal (que inclui gastos com juros) próximo a 10% do PIB em 12 meses, que explica o nível altíssimo dos juros no país. Adotar medidas amplas e ambici

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