Kevin Hassett, Diretor do Conselho Econômico Nacional, afirmou que os benefícios econômicos da inteligência artificial (IA) podem ser maiores do que os dados atuais indicam, estabelecendo um paralelo com a dificuldade de mensurar o impacto da internet em seu início. Essa perspectiva sugere que a produtividade e o crescimento econômico, impulsionados pela IA, podem estar subnotificados nas estatísticas oficiais, o que poderia mitigar preocupações sobre o endividamento federal. A crescente carga da dívida federal dos EUA, no entanto, cria incerteza sobre a sustentabilidade fiscal, podendo pressionar os preços dos títulos do Tesouro (TLT). Hassett, ao expressar otimismo em meio a uma carga de dívida crescente, sinaliza uma visão de que a inovação pode ser uma solução estrutural para desafios fiscais, mesmo reconhecendo a meta ambiciosa de déficit em 3% do PIB. A comparação com a era inicial da internet, onde a mensuração do impacto econômico era um desafio, ocorreu na década de 1990, quando a produtividade dos EUA acelerou significativamente, surpreendendo os economistas. Os próximos relatórios de produtividade do Bureau of Labor Statistics e as projeções orçamentárias do Congressional Budget Office (CBO) serão cruciais para validar a tese de Hassett sobre os ganhos da IA e a trajetória do déficit.
Os próximos relatórios de produtividade do Bureau of Labor Statistics e as projeções orçamentárias do Congressional Budget Office (CBO) serão cruciais para validar a tese de Hassett sobre os ganhos da IA e a trajetória do déficit. A forma como o Congresso abordará as propostas de redução de gastos federais também definirá o desfecho fiscal.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real