Solana tem registrado um volume superior de ativos tokenizados em sua rede, indicando uma preferência de capital em relação ao Ethereum para essa categoria de finanças descentralizadas (DeFi). Essa movimentação de capital reflete a busca por blockchains com maior escalabilidade e custos de transação mais baixos, características que favorecem a tokenização de ativos do mundo real (RWA). Isso tende a impulsionar o valor de SOL, enquanto ETH pode enfrentar pressão competitiva, especialmente se a narrativa de "Ethereum killer" ganhar força no segmento de RWA. Investidores brasileiros com exposição a SOL e ETH via ETFs como HASH11 ou BITH11/ETHE11 podem ver seus portfólios influenciados por essa rotação de capital. Historicamente, a ascensão de BNB Chain em 2021 com taxas mais baixas atraiu projetos de DeFi, resultando em valorização significativa, embora a sustentabilidade a longo prazo seja questionada. A próxima etapa a monitorar é a evolução das soluções de escalabilidade do Ethereum, como os rollups, e o lançamento de grandes projetos de RWA em ambas as redes. No médio prazo, a competição entre L1s por dominância em RWA e DeFi continuará, com a inovação tecnológica e a capacidade de atrair desenvolvedores sendo fatores críticos.
Nas próximas 4-6 semanas, se Solana continuar a demonstrar crescimento robusto em RWA e atrair mais parcerias institucionais, SOL pode testar a zona de resistência de $105-$110. O principal gatilho de aceleração seria o anúncio de uma grande integração de RWA ou a superação de marcos de TVL.
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