O Bitcoin entrou no período conhecido como 'Rektember', historicamente marcado por fraqueza, este ano amplificado pelo risco de novas elevações nas taxas de juros. A confluência de fatores sazonais e o aperto monetário global aumenta a pressão sobre os ativos de risco, incluindo o mercado de criptomoedas. Consequentemente, espera-se uma desvalorização do BTC e ETH, com impactos ampliados em empresas como MSTR e COIN, que possuem grande exposição ao setor. Para o investidor brasileiro, o efeito é sentido indiretamente através de ETFs como HASH11 e pela potencial valorização do Dólar (DXY), que tende a pressionar o Real. Historicamente, em setembro de 2021, o Bitcoin registrou uma queda de aproximadamente 7% em meio a preocupações regulatórias e de liquidez. O próximo gatilho crucial a monitorar é a decisão do FOMC em 16 de setembro, que pode confirmar ou aliviar as expectativas de aumento de juros. No médio prazo, se o Fed sinalizar um pivô na política monetária, o mercado cripto pode encontrar suporte para uma recuperação.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin ($762.14) deve permanecer sob pressão, com potencial para testar suportes em $70k. O principal gatilho será a reunião do FOMC em 16 de setembro; uma decisão de alta de juros reforçaria o cenário de baixa. No médio prazo (4-8 semanas), a recuperação dependerá de uma mudança na retórica do Fed e da diminuição dos riscos inflacionários.
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