Dados recentes indicam que os investidores mais antigos ('OGs') de Bitcoin diminuíram drasticamente suas atividades de venda, sinalizando uma mudança comportamental no mercado. Este padrão sugere uma redução na pressão de oferta por parte dos detentores de longo prazo, criando um ambiente favorável para o Bitcoin. A menor oferta de moedas de mãos fortes pode levar a uma valorização do BTC e de ativos digitais como ETH, beneficiando também empresas com exposição direta como MSTR e COIN. Para o investidor brasileiro, o efeito é indireto, mas positivo, impulsionando ETFs locais como HASH11 e BITH11. O Smart Money tende a interpretar tal movimento como um período de acumulação, posicionando-se para o próximo ciclo de alta. Historicamente, a acumulação por detentores de longo prazo precedeu as corridas de touros de 2017 e 2021, com o BTC superando resistências importantes. O próximo gatilho a monitorar é a continuidade dos inflows nos ETFs spot e a evolução macroeconômica global. No médio prazo (6-12 meses), a expectativa é de uma fase de acumulação e potencial valorização sustentada do Bitcoin.
Se a tendência de desaceleração de vendas dos 'OGs' persistir, o BTC ($62,598 hoje) pode consolidar acima de $65k nas próximas 4-6 semanas, visando a resistência de $70k-$75k até o final do Q3 2026. Gatilhos incluem inflows sustentados em ETFs spot e clareza regulatória nos EUA. Uma quebra abaixo de $60k indicaria uma reversão do sentimento de acumulação.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real