Na manhã de 4 de novembro de 2026, os democratas conquistaram a maioria na Câmara e no Senado dos Estados Unidos, consolidando a derrota do presidente Donald Trump nas eleições. O autor da matéria atribui parte desse revés ao aumento dos custos de vida, destacando que, em 23 de setembro, o diesel americano passou a custar 73% a mais em razão da guerra com o Irã, segundo dados da AAA. O mesmo período registrou um salto no preço da amônia no Meio‑Oeste, que subiu de cerca de US$ 600 por tonelada curta no fim de junho para aproximadamente US$ 875, conforme reportagem da Reuters. Pesquisas regionais apontam desaprovações elevadas a candidatos de direita: 55,5% de desaprovação a Javier Milei na Argentina (Zentrix, outubro) e apenas 26% de aprovação a José Antonio Kast no Chile (Cadem, 1º de novembro). Na Colômbia, o apoio a Abelardo de la Espriella recuou de 51,8% para 48,7% (AtlasIntel/Bloomberg). O texto conclui que, embora a política externa não seja a única causa da inflação americana, o aumento dos preços de energia e insumos agrícolas afetou diretamente o orçamento das famílias, reduzindo a atratividade do discurso de confronto de Trump.
O resultado da eleição presidencial de 2026 e a composição do Congresso dos Estados Unidos, que ocorreram em 4 de novembro de 2026, determinarão a direção das políticas fiscais e regulatórias nos próximos meses de 2027, influenciando o ambiente macroeconômico do país.
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