Para cientista político, eleitor do Rio votou no conjunto da chapa e ‘é precipitado falar em fenômeno Ruas’

O resultado das eleições de domingo (4) para o governo do Rio de Janeiro deve ser interpretado menos como um fenômeno ligado à figura de Douglas Ruas (PL) e mais como uma manifestação da história e estrutura política do Estado, segundo Christian Lynch, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa. Para o cientista político e historiador, a votação expressiva em Ruas no 1º turno, que le

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