Na segunda‑feira, 28 de novembro, as ações das petroleiras lideraram a ponta negativa do Ibovespa (IBOV). Por volta das 17h30 (horário de Brasília), a Brava Energia (BRAV3) registrou queda de 8,56%, cotada a R$ 16,12, sendo a pior performance do índice e do setor. Logo em seguida, a Prio (PRIO3) recuou 8,02%, a R$ 62,50. A Petrobras (PETR3 e PETR4) também sofreu forte desvalorização; às 15h40, PETR3 caía 7,96% a R$ 53,22 e PETR4 7,43% a R$ 46,94, com mais de 147,5 mil negócios e giro financeiro de aproximadamente R$ 3,9 bilhões. A PetroReconcavo (RECV3), negociada fora do IBOV, recuou 4% a R$ 10,33. O movimento foi atribuído à queda dos preços internacionais do petróleo, com o contrato Brent (ICE) fechando em baixa de 8,66% a US$ 94,62 e o WTI (NYMEX) recuando 8,29% a US$ 88,12. Comentários de políticos dos EUA sobre a guerra no Oriente Médio e a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato foram citados como fatores de percepção de risco.
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