A abstência pode frustrar a expectativa de maior mobilização no segundo turno, segundo um cientista político, que destaca a ausência de disputas estaduais em parte do país como fator de redução do engajamento. No primeiro turno, 33,4 milhões de eleitores foram ausentes, evidenciando um nível significativo de desinteresse. Essa baixa participação pode enfraquecer a legitimidade percebida do resultado e aumentar a incerteza política. A maior incerteza eleva o risco-país, pressionando o fluxo de capital e a liquidez no mercado brasileiro. Investidores institucionais podem ajustar exposições a ativos de risco no Brasil, refletindo a percepção de risco aumentada. O impacto dependerá da taxa de comparecimento efetiva no segundo turno e da reação dos agentes de mercado à legitimidade do processo eleitoral.
O desfecho dependerá da taxa de comparecimento oficial no segundo turno, que será divulgada pelos órgãos eleitorais nas semanas seguintes, definindo o grau de legitimidade política e seu reflexo nos mercados.
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