ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 2 bilhões em um período de duas semanas, indicando uma fase de desinvestimento e pressão vendedora. Este movimento direto de resgates nos fundos negociados em bolsa impacta o preço do Bitcoin, reduzindo a liquidez e o volume de compra no ativo subjacente. Ativos como BTC ($62,593), IBIT e FBTC foram diretamente afetados por esta redução no AUM, enquanto GBTC continua a registrar saídas e empresas como MSTR sentem o impacto via suas tesourarias. No Brasil, o HASH11 e o BITH11 podem observar menor apetite por risco em ativos digitais, embora a correlação não seja 1:1. Historicamente, eventos de desinvestimento em massa, como a proibição de cripto na China em 2021, levaram a quedas de mais de 50% seguidas por recuperações robustas em 6-12 meses. O monitoramento contínuo dos fluxos de ETF e dados macroeconômicos será crucial para determinar o próximo movimento de preço no curto prazo. No horizonte de médio prazo (3-6 meses), uma estabilização ou reversão dos fluxos poderia impulsionar o BTC de volta aos níveis anteriores, especialmente com aprovações de ETFs de Ethereum ou cortes de juros.
Nas próximas 2-3 semanas, espera-se que o Bitcoin ($62,593) e os ETFs de BTC enfrentem pressão de venda contínua, com o BTC testando o suporte de $60k. O gatilho para uma reversão seria uma estabilização nos fluxos de ETF ou um catalisador macro positivo, como um corte de juros pelo Fed. No médio prazo (3-6 meses), se a demanda retornar, o BTC pode consolidar e retomar a tendência de alta.
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