Sindicatos da Espanha convocaram uma greve geral para 11 de novembro, em um movimento que precede as eleições parlamentares antecipadas marcadas para 29 de novembro. O primeiro-ministro Pedro Sánchez convocou essas eleições devido a uma crise parlamentar. Esta crise foi alimentada por uma onda de protestos sociais contra as condições de moradia e os altos preços dos aluguéis. Greves gerais interrompem a produção, o comércio e os serviços, afetando a produtividade e o consumo na economia. A incerteza política gerada pelas eleições antecipadas e a possibilidade de novos decretos de habitação influenciam o ambiente de negócios. O impacto direto no Brasil é marginal, mas a instabilidade em um país da União Europeia pode contribuir para um sentimento de 'risk-off' mais amplo. A greve geral na Espanha em 2012, em resposta a medidas de austeridade, resultou em paralisações significativas e uma queda de 0,6% no PIB trimestral. Os gatilhos a monitorar são a efetivação e a adesão à greve em 11 de novembro e o resultado das eleições de 29 de novembro. O desfecho dependerá da magnitude da paralisação, da fragmentação política pós-eleições e do conteúdo dos decretos de habitação propostos.
O desfecho da situação dependerá da adesão e do impacto da greve geral de 11 de novembro e do resultado das eleições parlamentares de 29 de novembro, que definirão a composição do novo governo e a direção das políticas econômicas e de habitação.
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