O transporte aéreo de cargas e as operações de logística ultraexpressa consolidaram uma virada no perfil do consumo corporativo brasileiro. O que há dez anos era tratado predominantemente como recurso emergencial, "tapa-buraco", para corrigir falhas de planejamento ou emergências pontuais, transformou-se em rotina operacional permanente na busca por eficiência, previsibilidade e produtividade industrial. A transição reflete-se nos dados do setor. Segundo o Painel de Indicadores da Carga Aérea (P
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