Os preços do petróleo registraram alta significativa, com o Brent, referência global, fechando em US$ 113,17 por barril, um aumento de 4,0% na Intercontinental Exchange (ICE) para entrega em dezembro, o maior patamar desde maio. O petróleo WTI, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), também subiu 2,39%, para US$ 99,47. A escalada das tensões no Oriente Médio, incluindo ataques relatados a um campo de petróleo da Saudi Aramco e a um aeroporto na Arábia Saudita, além da retirada de diplomatas americanos devido a ataques de houthis apoiados pelo Irã, intensificou as preocupações com interrupções no fornecimento. A notícia menciona ainda que forças armadas dos EUA e Israel estariam desenvolvendo planos para ataques ao Irã após as eleições americanas de meio de mandato, agendadas para 3 de novembro. O UBS, em nota, ressaltou que a persistência do conflito Rússia-Ucrânia e os riscos geopolíticos devem manter as preocupações com a inflação e a incerteza macroeconômica elevadas no curto prazo.
O desfecho dependerá da evolução das tensões no Oriente Médio, especialmente após as eleições americanas de meio de mandato, agendadas para 3 de novembro, quando planos de ataques ao Irã podem ser concretizados. Será crucial monitorar a resposta dos países produtores e a capacidade do mercado de petróleo de se adaptar a novas interrupções de fornecimento, conforme apontado pelo UBS. A continuidade ou intensificação do conflito Rússia-Ucrânia também será um fator determinante para o cenário geopolítico e inflacionário global.
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