O mundo corporativo é pródigo em criar, de tempos em tempos, novas ondas e modismos que parecem levar todas as conversas e discussões nas empresas para uma mesma direção, quase que por gravidade, independentemente do perfil, momento ou necessidade de cada companhia. A onda do momento, das mais avassaladoras já vistas, é a da adoção da inteligência artificial para o maior número de áreas e atividades possíveis. A ordem é a de que os negócios precisam ser AI first. A maior parte dessa pressão vem
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