A declaração de Zelensky, citada por Trump, sinaliza que Kiev pode diminuir as ofensivas contra refinarias de petróleo russas. O pedido do presidente dos EUA busca reduzir a tensão no mercado de energia e evitar um choque de oferta ainda maior. Com menos alvos, as refinarias russas poderão operar em capacidade maior, elevando a oferta mundial de petróleo. O aumento da oferta tende a reduzir os preços do barril, pressionando margens de produtores fora da Rússia. Para investidores, a expectativa é queda nos papéis de grandes companhias petrolíferas americanas e brasileiras, bem como nos ETFs de petróleo. No curto prazo, a atenção deve estar nas comunicações de Zelensky e nos relatórios de produção da Rússia. O cenário de médio prazo dependerá da resposta da Ucrânia e da evolução das sanções ocidentais ao setor energético russo.
Nas próximas 2‑4 semanas, monitorar comunicados de Zelensky e relatórios de produção da Rússia; se a produção subir >5% ao mês, espera‑se queda de 2‑3% nos preços do petróleo, pressionando XOM, CVX, PETR4 e USO.
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