O Bitcoin (BTC) voltou a perder força, testando uma região técnica decisiva, a média móvel de 200 semanas, entre US$ 62 mil e US$ 63 mil, conforme relatório do BTG Pactual de sexta-feira (17). Este nível é historicamente um forte suporte, cujo rompimento pode sinalizar uma capitulação do mercado e desencadear vendas em cascata. A pressão de baixa tende a impactar negativamente ativos correlacionados como Ethereum (ETH), ETFs de Bitcoin spot como IBIT e ações de empresas com grande exposição à criptomoeda, como MicroStrategy (MSTR) e mineradoras como Marathon Digital (MARA). Para o investidor brasileiro, uma desvalorização do BTC pode levar a uma busca por portos seguros ou a uma reavaliação de risco em fundos de criptoativos locais. Em ciclos anteriores, como em 2018 e 2022, a perda da média de 200 semanas precedeu quedas acentuadas, enquanto o suporte em 2020 impulsionou um rally. O gatilho imediato é a sustentação ou o rompimento definitivo dessa faixa de preço nas próximas 48-72 horas. No médio prazo, se o suporte ceder, o BTC pode buscar o próximo nível de US$ 50 mil a US$ 55 mil, enquanto a recuperação indicaria resiliência e potencial para um novo teste de US$ 70 mil.
Nas próximas 48-72 horas, o Bitcoin (BTC) deve definir sua direção em relação ao suporte de US$ 62 mil a US$ 63 mil. Se o suporte for rompido, o mercado pode ver uma aceleração das vendas, com o BTC buscando US$ 58 mil e, posteriormente, US$ 50 mil a US$ 55 mil nas próximas 1-2 semanas. O principal gatilho para uma reversão bullish seria um volume de compra significativo que sustentasse o preço acima da média de 200 semanas, seguido por um fechamento diário acima de US$ 65 mil.
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