Pouco mais de dois anos depois das enchentes que deixaram 185 mortos e 20 desaparecidos no Rio Grande do Sul, o Estado entra em uma nova temporada de chuvas intensas associada ao El Niño com uma estrutura de prevenção diferente da que existia em 2024. Radares meteorológicos, alertas por celular, realocação de famílias em áreas de risco e um plano de cerca de R$ 15 bilhões em projetos de resiliência estão entre as medidas adotadas desde a tragédia. Desse montente, quase 6 bilhões vão apenas para
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