O governo do presidente Donald Trump anunciou apoio a um acordo de cooperação nuclear com a Arábia Saudita que autoriza Riad a enriquecer urânio e reprocessar combustível nuclear usado. Essa medida altera o cálculo de segurança no Oriente Médio, aumentando o risco de proliferação e provocando maior atenção dos países vizinhos. Como consequência, espera‑se um impulso na demanda por sistemas de defesa dos EUA e possíveis elevações nos preços do petróleo caso as sanções ao Irã se intensifiquem. Os investidores brasileiros podem sentir o efeito através de movimentos nas ações de defesa, nas companhias petrolíferas e nas empresas aéreas que operam rotas para a região. Não há registro de reações imediatas de mercados ou autoridades na fonte. Um paralelo histórico ocorreu em 2015, quando discussões semelhantes sobre cooperação nuclear EUA‑Arábia Saudita geraram preocupação de proliferação e levaram a um leve repique nas ações de defesa e nos preços do petróleo. O desfecho dependerá da aprovação final do acordo por autoridades nucleares americanas e das próximas declarações do Departamento de Estado sobre sanções ao Irã, previstas para o próximo trimestre.
O desfecho dependerá da aprovação final do acordo nuclear pela Autoridade de Energia Atômica dos EUA e das próximas declarações do Departamento de Estado sobre sanções ao Irã, previstas para o próximo trimestre.
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