O presidente do Fed de Kansas City, Schmid, disse que os principais impulsionadores da inflação atualmente são os preços da energia e a demanda impulsionada por IA. O aumento dos preços da energia eleva os custos de produção e transporte, pressionando a cesta de consumo; a demanda por IA eleva a compra de chips e data centers, encarecendo componentes tecnológicos. O efeito chega ao investidor brasileiro via a cotação do dólar, o índice de preços ao consumidor e a variação de setores sensíveis à energia e tecnologia nos mercados de ações e commodities. Não há reações específicas citadas na fonte; portanto omitimos. Em 2022, o aumento de 30% nos preços do petróleo contribuiu para cerca de 0,6 ponto percentual da inflação nos EUA. Monitorar o relatório de inflação CPI dos EUA (previsto para 12/10) e os preços do petróleo Brent. O desfecho dependerá se a energia permanecer alta e se a demanda por IA sustentar preços de chips, ou se houver desaceleração da demanda ou queda nos preços de energia.
O relatório CPI dos EUA em 12/10 definirá se a inflação permanece pressionada; superação das expectativas reforçará a visão de inflação persistente, enquanto leitura abaixo de consenso aliviará a pressão.
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