Na sexta‑feira, 16 de outubro, os contratos futuros de petróleo avançaram para quase US$ 110, impulsionados por dúvidas sobre a oferta no Oriente Médio e sobre a capacidade da Rússia de fornecer mais diesel ao mercado internacional. A escassez esperada reduz a oferta global, deslocando a curva de oferta para a esquerda e elevando os preços. Essa alta beneficia diretamente grandes produtoras de energia como ExxonMobil, Chevron, Petrobras e PetroRio, além do ETF setorial XLE, que replica o desempenho das empresas de petróleo. Não há relatos de reações de fundos ou gestores institucionais até o momento. Historicamente, crises de oferta como a de 1973 provocaram aumentos abruptos nos preços do petróleo, reforçando o padrão de reação dos mercados. O gatilho futuro será a votação do projeto de lei nos EUA e a confirmação da disponibilidade de diesel russo nas próximas semanas. O desfecho dependerá da decisão legislativa americana e da confirmação de restrições à produção russa, que definirão a extensão da pressão sobre os preços.
O desfecho dependerá da aprovação ou rejeição do projeto de lei nos EUA e da confirmação da disponibilidade de diesel russo nas próximas semanas, que definirão a extensão da pressão sobre os preços do petróleo.
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