O P&L ratio do Bitcoin atingiu sua mínima em 43 meses, sugerindo que uma grande proporção de holders está em posições não lucrativas, conforme dados on-chain. Apesar disso, figuras como Matt Hougan da Bitwise e analistas da Swan Bitcoin promovem a ideia de que o fundo está 'mais próximo do que nunca', incentivando a compra a 'preços de desconto'. Este cenário, embora possa preceder um fundo histórico, carrega o risco de ser uma armadilha de baixa, onde o otimismo excessivo de players incentivados atrai nova liquidez para uma potencial fase de distribuição. A pressão de venda pode se intensificar se a deterioração macroeconômica global persistir, impactando o BTC e, por extensão, ETFs como o IBIT. Historicamente, ciclos de baixa em 2018 e 2022 mostraram que múltiplos 'fundos' foram falsos sinais antes de uma capitulação mais profunda. Os próximos dados de inflação e decisões de política monetária dos EUA serão gatilhos cruciais para validar ou refutar a tese de fundo. No médio prazo, o Bitcoin pode enfrentar mais volatilidade antes de uma recuperação sustentável, exigindo cautela na avaliação dos atuais níveis de preço.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin ($62,436 hoje) provavelmente enfrentará resistência significativa para superar US$65.000. Se a pressão vendedora se intensificar ou dados macroeconômicos (inflação/juros) forem negativos, há um risco considerável de retestar o suporte de US$58.000, com potencial para cair para US$50.000-US$55.000. O principal gatilho de baixa seria uma liquidação massiva de mineradoras ou a intensificação do sell-off global de ativos de risco.
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