Bitcoin em Queda: BTG Vê Oportunidade de Compra Histórica

O Bitcoin (BTC) registrou uma queda superior a 25% ao longo de 2026, resultando em uma desvalorização de mais de 50% em relação à sua máxima histórica de US$126 mil, atingida em outubro de 2025. Essa retração massiva, segundo relatório do BTG Pactual, cria uma assimetria de risco-retorno favorável, com o potencial de valorização superando o de queda para investidores de longo prazo. Para o investidor brasileiro, essa tese implica na exposição a um ativo descorrelacionado, mas que exige atenção ao risco cambial (USDBRL) para otimizar os retornos. Historicamente, quedas de mais de 50% no BTC, como as observadas em 2018 e 2022, foram seguidas por ciclos de valorização expressiva. O principal gatilho a monitorar será a estabilização macroeconômica global, com dados de inflação e decisões de juros dos bancos centrais influenciando a aversão a risco. No horizonte de 12 a 24 meses, um cenário bullish dependerá da contínua adoção institucional e da aprovação de novos produtos financeiros, como ETFs de Ether spot nos EUA, catalisando um novo ciclo de alta.

Análise

Nas próximas 4-8 semanas, se o Bitcoin (BTC) conseguir consolidar-se acima de US$55 mil, ele poderá iniciar um movimento de recuperação em direção a US$65 mil, com o suporte institucional do BTG Pactual reforçando a confiança. No médio prazo (6-12 meses), a aprovação de ETFs de Ether spot nos EUA será um gatilho crucial para um novo rali de mercado, potencialmente levando o BTC a revisitar a faixa de US$80 mil. Contudo, a persistência de um ambiente de juros altos globalmente pode limitar a velocidade dessa recuperação.

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