O ouro registrou queda após a divulgação de dados de payroll dos EUA mais fortes que o esperado, indicando resiliência no mercado de trabalho. O resultado do payroll elevou a probabilidade de um aperto monetário pelo Federal Reserve, com uma alta de juros já na próxima semana, conforme precificado pelos traders. No Brasil, embora indireto, o fortalecimento do dólar (DXY) globalmente pode impactar o USDBRL, influenciando empresas exportadoras e importadoras. Em 2004, o Fed elevou juros após dados robustos, levando a uma queda de 5% no ouro em 3 meses. O próximo gatilho será a decisão do FOMC em 16 de setembro de 2026, onde a comunicação do Fed sobre a trajetória de juros será crucial. No médio prazo, a trajetória do ouro dependerá da persistência da inflação e da agressividade do Fed, mantendo pressão baixista.
Nas próximas 48-72 horas, o ouro ($4476.60) deve testar suporte em $4450. O gatilho principal será a comunicação do Fed na reunião do FOMC em 16 de setembro de 2026.
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