Mark Esper, que atuou como Secretário de Defesa dos Estados Unidos durante o primeiro mandato de Trump, declarou que não vê fim próximo para a guerra com o Irã. O efeito chega ao investidor brasileiro através da cotação de ações de defesa nos EUA, dos preços internacionais do petróleo que impactam a conta de importação e os custos operacionais das companhias aéreas locais. Não há relatos de reações imediatas de fundos ou gestores na fonte. Um paralelo histórico pode ser traçado com a guerra do Iraque em 2003, quando ações de defesa subiram cerca de 15% nos seis meses seguintes. O próximo gatilho a ser monitorado são os desdobramentos das negociações diplomáticas entre EUA e Irã, bem como eventuais sanções ou testes de mísseis. O desfecho dependerá da resolução ou escalada do conflito, que definirá a direção dos preços de energia e dos orçamentos de defesa.
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