Para executivos do setor financeiro, a tecnologia para o chamado comércio agêntico — quando agentes de inteligência artificial (IA) fazem compras em nome dos clientes — já está endereçada. Porém, ainda existem desafios para que a tendência saia dos pilotos e escale com os consumidores. No comércio agêntico, “o ponto de mudança é o momento” em que o humano participa da transação, que deixa de ser o clique final, e passa a ser a parametrização dos requisitos para a compra, explicou Giuliana Cest
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