Rubio nega restrição a Starlink; Trump suspende sanções russas

A controvérsia sobre os serviços de satélite Starlink na Ucrânia se intensificou, com o líder ucraniano Vladimir Zelensky alegando que as restrições foram uma 'operação planejada' e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negando envolvimento americano, descrevendo o evento como não deliberado e já restaurado. Relatos do The Telegraph e da Reuters sugerem que Elon Musk, CEO da SpaceX, teria pedido ao presidente Donald Trump a limitação da velocidade do Starlink, ou que a Casa Branca teria instruído o Pentágono a desacelerar o Starshield, o serviço militar da Starlink. Trump e Musk negaram as alegações de restrição deliberada. Paralelamente, Trump levantou sanções sobre as exportações de diesel russo e suspendeu novas sanções sobre o comércio de petróleo e gás da Rússia, citando segurança nacional e a necessidade de conter a alta dos preços de energia antes das eleições de meio de mandato nos EUA. Ele também pressionou a Ucrânia a parar de atacar refinarias russas, o que levou Zelensky a manifestar sentir-se traído.

Análise

O desfecho dependerá da capacidade da política de Trump de efetivamente aumentar a oferta de petróleo e gás russo e de sua recepção pelos mercados, o que será refletido nos próximos dados de inflação dos EUA (US CPI em 10/11) e do Reino Unido (UK CPI em 21/10). Declarações futuras do presidente Donald Trump e do líder Vladimir Zelensky sobre a continuidade do conflito e a política de sanções também serão cruciais para a percepção de risco e o rumo dos mercados de energia.

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