A proposta de eliminar a escala de trabalho 6×1 ganhou força após intensa mobilização nas redes sociais, refletindo pressão da sociedade civil. No Congresso, enfrentou resistência de parlamentares que temiam aumento de custos para as empresas, mas conseguiu avançar nas comissões. O presidente Lula passou a apoiar a medida, sinalizando alinhamento com a agenda de proteção ao trabalhador. O senador Flávio Bolsonaro, que antes criticava a iniciativa, também se manifestou a favor, ampliando a base política no Senado. Caso a proposta seja aprovada, o mecanismo de mudança será a alteração da legislação trabalhista, reduzindo a jornada máxima semanal sem pagamento de hora extra. O impacto econômico dependerá da extensão da adoção pelos empregadores e da resposta dos mercados de trabalho. O próximo passo será a votação em plenário no Senado, que determinará se a reforma será enviada ao presidente para sanção. O desfecho será definido pela aprovação ou rejeição do texto no Senado, sem previsão de data específica.
A decisão final dependerá da votação em plenário no Senado, prevista para as próximas semanas, e da eventual sanção presidencial.
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