Escassez como tese: por que o residencial de altíssimo padrão de São Paulo descolou da média da cidade

O mercado imobiliário de São Paulo passou a operar em duas velocidades. De um lado, o residencial médio, pressionado por juros elevados e crédito restritivo, com valorização próxima da estabilidade. De outro, o altíssimo padrão, cujo comprador tem perfil patrimonialista e baixa dependência de financiamento, comportando-se como uma classe de ativo à parte. Levantamento da consultoria MBRAS sobre transações de imóveis acima de R$ 3 milhões nos bairros nobres da capital apontou taxa média de cresci

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