A discussão sobre o desacoplamento econômico entre Estados Unidos e China se intensifica, marcando a nova ordem mundial com a relação bilateral. Contudo, a análise do South China Morning Post revela que uma separação completa é extremamente difícil devido aos numerosos laços financeiros e tecnológicos. Essa interdependência abrange desde a alta tecnologia até o poder brando, conforme examinado em uma série sobre os pontos de pressão e possibilidades. A história da visita de um presidente da Bolsa de Nova York a Pequim em 1986 sublinha a profundidade e a longevidade dessas conexões. O mercado deve ponderar os riscos de restrições comerciais e tecnológicas contra a realidade da integração econômica. Historicamente, tensões comerciais como a guerra tarifária EUA-China de 2018-2019 resultaram em ajustes, mas não em uma desvinculação total. Os próximos 6-12 meses serão cruciais para observar a evolução da retórica política e as ações concretas de reguladores.
Nos próximos 6-12 meses, a "conversa alta" sobre desacoplamento EUA-China persistirá, mas ações concretas para uma ruptura total serão limitadas pela complexidade dos laços financeiros. Gatilhos incluem a retórica eleitoral nos EUA e novas legislações sobre tecnologia ou comércio. A volatilidade deve continuar, mas sem um colapso sistêmico dos fluxos de comércio e investimento, dada a dificuldade de uma desvinculação completa.
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