S&P Global introduziu um novo framework que avalia vaults de empréstimo de cripto em seis categorias de risco, enquanto os depósitos no setor chegam a cerca de US$ 10 bi. A padronização da análise de risco deve influenciar a confiança dos investidores, alterando potenciais entradas e saídas de capital nos vaults. Plataformas de empréstimo que utilizam Bitcoin e Ethereum como garantia, bem como exchanges que oferecem serviços de crédito, são diretamente impactadas. Essa mudança de percepção chega ao investidor brasileiro via a demanda por BTC, ETH e ações de empresas como a Coinbase, que podem refletir nos fundos de cripto disponíveis em reais. A notícia cita que analistas institucionais veem o framework como um passo rumo à maior transparência, mas não há declarações de empresas específicas. Em 2022, o colapso da stablecoin Terra (UST) provocou queda de cerca de 30 % nos ativos depositados em plataformas de empréstimo cripto nos dois meses seguintes. A divulgação dos primeiros relatórios de risco pelos principais vaults nas próximas semanas será o gatilho para a reação do mercado. O desfecho dependerá de os scores apontarem vulnerabilidades que desencorajem depósitos ou, ao contrário, confirmarem a solidez dos vaults, direcionando fluxos de capital.
A divulgação dos primeiros relatórios de risco pelos principais vaults nas próximas semanas definirá se a percepção de segurança aumenta ou diminui, guiando fluxos de capital para o setor.
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