O Bitcoin está se aproximando de um nível de resistência chave em US$ 85.000, um ponto de teste significativo para o principal ativo digital. Este movimento coincide com a percepção de Wall Street sobre duas narrativas distintas de inflação, criando incerteza sobre a trajetória da política monetária. O cenário global de inflação e juros impacta o apetite por risco, afetando indiretamente o BRL e a liquidez para ativos de maior risco no Brasil. Em 2021, o Bitcoin experimentou forte volatilidade em resposta a dados de inflação e expectativas de política do Fed, resultando em movimentos de preço significativos. Os próximos catalisadores incluem a pesquisa fabril de setembro, a ser divulgada na quinta-feira, e o relatório de payroll na sexta-feira. No médio prazo (4-6 semanas), a sustentabilidade do Bitcoin acima de US$ 85.000 dependerá da clareza da trajetória inflacionária e das expectativas de juros do Fed.
Nas próximas 72 horas, o Bitcoin (atualmente lateralizado, mas com alvo de $85.000) deve reagir fortemente aos dados de pesquisa fabril (quinta-feira) e payroll (sexta-feira). Se os dados forem dovish, o BTC pode romper US$ 85.000 e buscar US$ 90.000; caso contrário, um recuo para US$ 78.000 é provável em face de juros mais altos.
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